Clean CloudComputing – Prós e Contras do Debate Promovido Pelo Greenpeace e Porto Digital

Neste 1° de Junho o Greenpeace e o Porto Digital promoveram um debate abordo do mais novo navio da frota do Greenpeace, o Rainbow Warrior. O debate foi um projeto de discussão sobre as possibilidades de investimentos em novas matrizes energéticas sustentáveis para a instalação e operação de clean cloudcomputing, o uso de tecnologias da informação limpas, em Pernambuco.
Contamos com a presença de Sergio Leitão, diretor de campanhas do Greenpeace, Leonardo Guimarães, diretor do Porto Digital, Sérgio Xavier da Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade (SEMAS), Pedro Cavalcanti diretor presidente da Multiempreendimentos, Rodrigo Assad e Guilherme Cavalcanti grandes figuras do CESAR.
Tive a oportunidade de estar presente e estou trazendo aqui os prós e contras na minha opinião sobre o que foi falado no debate/palestras de cada um dos grandes nomes citados acima.
O ponto chave na minha opinião era trazer para as empresas de pernambuco uma perspectiva de crescimento financeiro e relações custo/beneficio no uso de tecnologias sustentáveis. Mostrar como os mais variados processos de negócios funcionam atualmente dentro das empresas, onde estas podem melhorar e quais são as soluções existentes para que outras empresas estejam estimuladas no engajamento dessas medidas.
Foi visto então que existem condições de se ter um retorno financeiro ao adotar medidas sustentáveis, e isso foi mais do que provado pelos palestrantes. Foi possível também saber que já existem grandes projetos como o de um carro elétrico na ilha de Fernando de Noronha que já estão em desenvolvimento e testes. Rodrigo Assad provou por a+b que adotar uma engenharia sustentável na construção de grandes centros de cloudcomputing é uma medida vantajosa, mas que fazer empresas desse porte hoje no Brasil ainda não é tão viável por conta dos altos impostos. Leonardo Guiamarães apresentou os investimentos do Porto Digital em cursos de capacitação promovendo a massa critica do polo tecnológico e Rodrigo Cavalcanti mostrou os investimentos e incentivos do CESAR na questão.
Traduzindo em miúdos, o debate foi muito bom e deu muito o que falar. Como ponto positivo eu destaco a colaboração do Greenpeace nos estímulos para o nordeste no que tange o pré-sol e pré-vento, mas assumo que esperava mais iniciativas e movimentação em relação aos investimentos em aspectos sustentáveis. Ou seja, mais ação comprovada e menos comprovação do que já se tem ideia das possibilidades.
Então fica a grande questão no ar, se sabemos que é possível fazer dinheiro unindo sustentabilidade nos negócios, se temos investimentos em capital humano para preparar uma mão de obra qualificada nas necessidades desse nicho e se temos tantas ideias inovadores e que com certeza fariam tanto sucesso, o que falta para as grandes e pequenas empresas da região se movimentarem a favor da adoção de praticas sustentáveis como “Clean CloudComputing”?
Do ponto de vista humano, sabemos, baseado em teorias psicológicas como o Neobehaviorismo que quando uma destas empresas der um primeiro grande passo, é muito provável que muitas outras comecem a tomar isso como um estimulo e também participarem desse processo de “reconstrução de praticas” adotando modelos sustentáveis aos seus negócios. E então? Quem dará o “primeiro grande passo” a favor da sustentabilidade no nordeste do Brasil? 
Abaixo seguem algumas fotos que tirei do evento.
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